Agora os sites de fofoca estão empenhadíssimos em detonar Demi Moore. Hoje li em algum lugar na internet que ela havia sido internada porque teria fumado alguma coisa que não fosse maconha. Bom, considerando que a notícia era um pouco maldosa, a afirmação parece sugerir que ela havia fumado crack (só pode!). Que outra coisa ela teria fumado (do ponto de vista maldoso) que não fosse maconha que pudesse ter-lhe provocado o internamento? Orégano?
Mas a questão não é se ela fumou crack, maconha ou orégano. O problema é o foco que a mídia quer dar à separação dela do ator (de segundo escalão) Ashton Kutcher. Aliás, o problema está na tentativa da mídia em mostrar quanto um homem pode fazer falta a uma mulher. Até Demi Moore, sex simbol nos anos 1990.
Já faz alguma tempo que a mídia vem registrando a sua magreza, o seu stress, que, segundo a mesma mídia, seria decorrente dos problemas conjugais causados pelas traições de seu marido (agora ex) anos mais novo, Ashton Kutcher. E agora, a mídia me vem com essa. Se drogando porque perdeu o macho!
Ninguém sabe, ou ninguém mostra, que até se casar com Demi, Ashton tinha um corte de cabelo pra lá de brega, um gosto duvidoso por loiras e usava umas roupas nada elegantes. Esse porte de agora, ele adquiriu com Demi. A popularidade também. Isso eu sei, porque já cheguei até a colecionar suas fotos (meu Deus!).
A mídia falaciou a história. A sortuda não era a Demi Moore que tava pegando o Ashton. Era o Ashton que tava pegando a Demi Moore. E provou que não tem cacife.
28 janeiro, 2012
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